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Osni Carlos Verona

Com apoio da Fiesc, Simovale deve pleitear ajuda financeira e outras medidas como isenção de tributos para que elas possam voltar às atividades.

Pelo menos seis meses serão necessários para que algumas moveleiras do Oeste de Santa Catarina afetadas pelas chuvas que caíram nos últimos dias na região possam voltar a operar.

A informação é do presidente da Amoesc e do Simovale, Osni Verona. Em entrevista ao portal eMobile, ele comentou o que viu na visita realizada no final da semana passada e as ações que devem ser tomadas para auxiliar as moveleiras atingidas.

“Foi um prejuízo grande. A Defesa Civil informou que mais de 50 municípios sofreram com as chuvas torrenciais, em torno de 8 mil pessoas foram atingidas, e houve duas mortes”, contabiliza.

Na próxima quinta-feira (23), as visitas da Amoesc e Simovale ganham o reforço da Fiesc, que vai conferir os prejuízos e auxiliar as entidades no pleito de recursos para reerguer as empresas afetadas.

“Na Finestra Móveis, em Saudade, por exemplo, o prejuízo gira em torno de R$ 5 milhões, com máquinas importadas da Alemanha e da Itália estragadas. Em torno de 60% desse valor vai ser necessário para recompor esse maquinário”, aponta Verona.

Além dos recursos, o presidente destaca que seriam importantes medidas de auxílio. “Estamos ocupados com isso, não apenas preocupados. Para os empresários, é preciso um trabalho macro de isenção de impostos por um tempo, alguma medida que os ajude a retomar as atividades”, sugere.

http://www.emobile.com.br/site/industria-e-marcenaria/recursos-federais-moveleiras-sc/

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